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Novas tecnologias e publicações são apresentadas na Agrifam

Os visitantes da 12ª edição da Feira da Agricultura Familiar (Agrifam), que acontece de 31 de julho a 02 de agosto, em Lençóis Paulista/SP, terão a oportunidade de conferir soluções tecnológicas para aprimorar a irrigação e a pós-colheita de hortaliças e conhecer espécies de hortaliças tradicionais para diversificação da renda. Além disso, durante o evento, será lançado o livro “Produção de hortaliças para agricultura familiar”, que reúne informações sobre as boas práticas agrícolas em cada etapa da cadeia produtiva, desde a produção de sementes até a comercialização.
Em relação à pós-colheita, será apresentado o Grupo de Caixas Embrapa, recentemente lançado pela Embrapa Hortaliças (Brasília, DF) para facilitar a comercialização e reduzir as perdas de produtos. “Composto por quatro caixas de diferentes tamanhos, as embalagens são paletizáveis e, por isso, facilitam o transporte em empilhadeiras”, explica a pesquisadora Rita Luengo. Além disso, os cantos arredondados e a superfície interna lisa evitam a ocorrência de danos mecânicos e contribuem para a manutenção da qualidade das hortaliças.
Zelar pela qualidade também é o objetivo da Estação de Trabalho, composta pela mesa para seleção de hortaliças, pelo carrinho de transporte e pela Unidade Móvel de Sombreamento, que protege os produtos recém-colhidos do sol. “A exposição solar, mesmo que por períodos curtos, acelera a desidratação e o amadurecimento, tornando as hortaliças mais suscetíveis à podridão e menos atraentes para o consumidor”, explica a pesquisadora Milza Lana. Do ponto de vista da saúde do agricultor, o equipamento funciona como uma barreira que o protege da exposição prolongada ao sol e minimiza riscos de doenças como câncer de pele e catarata.
Já o equipamento Irrigas®, que foi desenvolvido para auxiliar o agricultor no manejo diário da irrigação, indica a umidade do solo, evita regas desnecessárias e reduz, em até 30%, a aplicação de água na lavoura. “Quando se molha em excesso, além do desperdício de água, aumenta-se a ocorrência de doenças e o uso de defensivos químicos, que encarecem o custo de produção e causam dano ambiental”, explica a agrônoma Flávia Clemente.
Para os agricultores familiares que não podem investir em sistemas de controle de irrigação mais custosos, como os tensiômetros, o Irrigas® é uma boa alternativa, pois permite o planejamento da irrigação de forma prática e barata. “A irrigação é uma prática agrícola fundamental para a garantia da produtividade, principalmente no cultivo de hortaliças, que são muito exigentes em água”, pondera Flávia.
Hortaliças tradicionais como araruta, peixinho, mangarito e ora-pro-nobis também serão apresentadas para o público da Agrifam. O cultivo dessas espécies é incentivado, principalmente na agricultura familiar, porque promove diversificação de renda e maior segurança alimentar para as comunidades rurais.
Com o objetivo de informar o agricultor familiar sobre os conhecimentos técnicos e as soluções tecnológicas em prol de um maior desenvolvimento agrícola, a Agrifam é organizada pela Fetaesp (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de São Paulo), que estima, para 2015, um público de 30 mil pessoas e um volume de negócios de R$ 20 milhões.


Fonte: Ambiente Rio

Dia do Agricultor: Governo fortalece economia com incentivos ao pequeno produtor

Responsáveis por 70% dos alimentos que chegam à mesa dos sergipanos, os produtores rurais comemoram o dia do Agricultor, nesta terça, 28, com produção recorde e de qualidade. Para fomentar a atividade, o Governo do Estado, em parceria como Governo Federal, distribuiu 1.557 toneladas de sementes, 80 mil horas de trator entre 2014 e 2015, beneficiando 131.910 famílias. Um investimento de R$ 15.931771,50. Os investimentos auxiliam na garantia da segurança alimentar e fortalece a economia do estado.
Só neste ano, foram 657 toneladas de sementes distribuídas (365 t. de milho, 262 t. de feijão e 30 t. de sorgo), beneficiando 40.000 agricultores familiares, a partir de um investimento de R$ 4.073.588,00, em parceria com o Governo Federal. A gestão estadual se prepara, ainda, para distribuir 400 toneladas de arroz, um aporte de R$ 658.183,50 com recursos próprios.
Já no que se refere às horas-máquinas, está em execução o Programa de Mecanização Agrícola/ 2015, que beneficia 37 municípios sergipanos. O Programa se utiliza de um destaque de crédito orçamentário, num valor de R$ 5 milhões (recursos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza – Funcep, da Secretaria Estado da Mulher, da Inclusão e Assistência Social, do Trabalho, dos Direitos Humanos e Juventude – Seidh). São 40.000 horas-máquinas, para o benefício de 13.334 agricultores familiares. Em 2014, haviam sido 9.947 agricultores.
Junto ao pequeno produtor, o Governo do Estado atua ainda na assistência técnica, através da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e Companhia de Desenvolvimento e Irrigação de Sergipe (Cohidro), órgãos lidados à Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri).

Incentivo que gera resultado

Os incentivos do Governo do Estado ajudam o agricultor sergipano a aumentar sua produção e alcançar números de destaque no cenário nacional, como os apontados pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), que prevê para este ano uma produção recorde de milho no estado, que deve alcançar na safra 825 mil toneladas do grão.
Em 2014, Sergipe foi o segundo maior produtor do Nordeste, com uma produção de 700 mil toneladas do grão em 148.289 hectares. Para 2015, a expectativa é que o estado mantenha a posição no ranking, disputando com a Bahia, que tem maior área plantada, e com estados do Sul e Centro-Oeste, como explica o secretário de Estado de Agricultura, Esmeraldo Leal. “Como a extensão territorial da Bahia é maior que a nossa, dificilmente passaremos a Bahia como maior produtor de milho do Nordeste. Mas nossa produtividade é comparada aos estados produtores de grãos, como o Paraná. Já está claro que a produção de milho em Sergipe não é isolada. O cultivo ganha força no Semiárido, Centro-Sul e Sertão”, disse.
Desenvolvida nos municípios de Carira, Simão Dias, Poço Verde, Frei Paulo e Nossa Senhora da Glória, a cultura do milho conta com incentivos do governo para se consolidar como segmento de mercado – e não mais como atividade de subsistência. O apoio se dá através de assistência técnica por meio da Emdagro, da distribuição de sementes e da mecanização agrícola.
“Avançamos na produtividade porque temos sementes de qualidade, tecnologia humana e mecânica de alto nível. O governo do Estado oferece ainda horas máquina e assistência técnica nos escritórios da Emdagro. Essa soma de elementos reflete diretamente na qualidade e quantidade do milho produzido”, afirma Esmeraldo.

Rodovias

A recuperação das rodovias sergipanas também tem representado um apoio fundamental para a agricultura no estado, já que facilita o escoamento de toda a produção local. No que diz respeito ao milho, a restauração da via que liga o município de Carira a Nossa Senhora da Glória favoreceu a comercialização do produto. A obra representa um investimento de R$ 21.279.972,98 em recursos estaduais.
Na região do Agreste sergipano, uma nova rota de escoamento da produção levará mais desenvolvimento aos moradores dos municípios de Itabaiana, Areia Branca, São Cristóvão, Itaporanga D’Ajuda e redondezas. Com 52 km de extensão, a implantaçãoda rodovia SE-255, pelo Governo do Estado, interligará a BR-235, na altura do povoado Rio das Pedras, em Itabaiana, à BR-101, no povoado Aningas, em Itaporanga D’Ajuda, passando também pelos municípios de Areia Branca e São Cristóvão. Fruto de um investimento superior a R$ 63 milhões, sendo mais de R$ 58 milhões de recursos oriundos do Proinveste e aproximadamente R$ 5 milhões referentes às indenizações pagas pelo Estado pelas desapropriações, a obra além de valorizar a localidade e melhorar a condição de vida da população, é estratégica por encurtar a distância entre os municípios produtores sergipanos e o mercado consumidor baiano, para onde boa parte dos produtos produzidos na região são exportados.
O agricultor José Leandro dos Santos comemora o investimento na sua região. “Vai ser muito bom, pois vai facilitar o acesso até a cidade, para gente que vive da agricultura foi um bom projeto. Hoje é complicado comercializar nossos produtos, por causa do transporte, a gente tem que se deslocar daqui até a BR para pegar um veículo e é complicado, porque a gente chega às 6h da manhã para pegar a condução só ao meio dia, porque os carros passam cheios e assim é difícil para gente. Acredito que passando essa BR no nosso povoado, vão colocar o veículo fazendo o transporte nesse trecho para facilitar a ida da gente até a cidade para vendermos nossas coisas nas feiras livres da região. Coco, banana, mamão, todo tipo de fruta e hortaliças a gente produz aqui ”, afirma.
Já no município de Propriá, em junho deste ano, o Governo do Estado entregou a rodovia SE-427, Rodovia do Arroz, que liga os povoados Santa Cruz e São Miguel. Com um investimento de investimento de 2.792.587,04, fruto do Proinveste, a obra facilita o escoamento da produção de arroz no Baixo São Francisco.
O agricultor Valdomiro da Hora reside no povoado São Miguel e descreve como era a região antes e depois da Rodovia do Arroz. “Antes era trágico. Nem os carros podiam andar aqui, pois a estrada era esburacada. Agora está muito bom e dá para os caminhões fazerem o escoamento do arroz”.
O também agricultor Arnaldo Souza conta sobre a mudança da realidade. “Onde há pavimentação, há progresso. O asfalto dá uma alavancada, pois proporciona escoamento da safra. É um progresso para a região”.

Máquinas que ajudam na produção

Também em junho deste ano e na região do Baixo São Francisco, a gestão estadual destinou recursos para a compra de colheitadeira de arroz. O equipamento vai modernizar a produção do Baixo São Francisco, facilitando a comercialização do produto, oriundo basicamente da agricultura familiar. O aparelho foi entregue a Prefeitura de Neópolis, que ficará responsável pela guarda e gestão. O investimento é fruto da parceria do Estado com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e soma R$ 384 mil.
O secretário de Agricultura, Esmeraldo Leal, explicou que a região dependia muito de colheitadeiras de Alagoas ou de proprietários particulares do Baixo São Francisco. “O equipamento vai beneficiar principalmente produtores do Betume, sediado em Neópolis, e os municípios circunvizinhos, e ainda vai tirar dependência que os irrigantes tinham de máquinas de fora. O equipamento pode ser acessado diretamente por qualquer beneficiário de perímetro. A função é resolver problema da colheita do arroz”.
Desde 2012, o Governo do estado junto ao MDA entregou 285 máquinas agrícolas nos municípios sergipanos, entre motoniveladoras, caçambas, caminhões-pipa, pás carregadeiras e colheitadeira de arroz. O investimento supera os R$ 78.809.027,00 e tem por finalidade reforçar a reestruturação produtiva dos agricultores familiares dos municípios.


Fonte: Irrigacao.net

Palestras na ANA discutem dessalinização

Brasil, como no caso do Semiárido. Sobre o tema, a Agência Nacional de Águas (ANA) organizou o evento Palestras sobre Dessalinização, Monitoramento, Conservação de Águas e Reúso do Concentrado nesta terça-feira, 28 de julho, em Brasília. Durante o encontro foram apresentados os resultados do projeto Promoção da Conservação do Uso Sustentável da Água.
Esta parceria da ANA com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) busca melhorar o tratamento de água e efluentes, monitorar a qualidade de fontes alternativas de abastecimento e proporcionar o aumento da disponibilidade de água com qualidade para o abastecimento humano e para reúso em irrigação.
Um dos palestrantes foi o professor Kepler França, coordenador do Laboratório de Referência em Dessalinização (LABDES) da Universidade Federal de Campina Grande, um dos centros de referência sobre o tema no Brasil. O engenheiro químico abordou o desenvolvimento e o monitoramento de processos com membranas para tratamento e reúso de água.
A professora Márcia França, da Universidade Estadual da Paraíba, apresentou o estágio de metas da parceria entre a ANA e a UFCG, como a implantação de uma Unidade Demonstrativa de um sistema de dessalinização de osmose inversa para produção de água potável e aproveitamento do concentrado na criação de tilápias ou em cultivos hidropônicos para minimizar impactos ambientais, preservar os recursos hídricos e estimular a geração de renda.
Em sua palestra, o químico industrial Rodrigo Alves falou sobre sistema de dessalinização de água salobra e o uso do concentrado resultante do processo em sistemas hidropônicos. A também química industrial Tereziana da Costa abordou a qualidade das águas consumidas no Distrito de Santa Luzia, em Picuí (PB), onde funciona um dessalinizador. Outro tema foi o diagnóstico socioeconômico desta localidade, apresentado pela assistente social Valéria da Silva.


Fonte: ANA

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