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ANA proíbe uso de água para irrigação em trecho que vai da PB ao RN

Proibição foi motivada pela estiagem que baixou os níveis de três açudes. Trecho restrito vai do açude Coremas até o reservatório Armando Ribeiro.

A Agência Nacional das Águas (ANA) anunciou nesta terça-feira (30) que a partir desta quarta-feira (1º) está proibida a retirada de água do rio Piranhas-Açu para irrigação. O trecho restrito vai do açude Coremas, na cidade de Coremas, ao reservatório Armando Ribeiro, no município de Assú, no estado vizinho do Rio Grande do Norte.
A decisão foi anunciada durante uma reunião em João Pessoa com diretores da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) e do Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte (Igarn).
De acordo com o diretor de Gestão da ANA, Paulo Varella, a proibição foi motivada pela estiagem que baixou os níveis de três açudes que são abastecidos pelo rio Piranhas-Açú. O reservatório de Coremas está com 17,9% de sua capacidade máxima e Mãe D’Água, 20,8%, enquanto que o Armando Ribeiro tem 28,2%. Os níveis dos reservatórios são monitorados diariamente pela Aesa.
A fiscalização para impedir a retirada da água para irrigação será feita pelos órgãos envolvidos, com apoio de policiais dos dois estados. De acordo com a superintendente de fiscalização da ANA, Flávia Barros, quem for flagrado retirando água dos reservatórios para irrigação, terá a bomba lacrada e perderá a outorga.
“Teremos inclusive apoio aéreo da Polícia Militar da Paraíba e também de um helicóptero que será disponibilizado pela ANA. Com este suporte faremos uma fiscalização efetiva, vigorosa e permanente com o objetivo de garantir o consumo humano e dos animais. Se soubermos aproveitar bem esta reserva que temos, não vai faltar água”, observou o presidente da Aesa, João Fernandes da Silva.


Fonte: G1.com - Paraíba

Aplicativo promete revolucionar agricultura de precisão

Sistema de “precisão coletiva” promete reunir o “melhor dos mundos” da alta tecnologia para produtores.


Aplicativo informa temperatura por área de plantação (Foto: Divulgação)

Quando a agricultura de precisão chegou, sua premissa básica era utilizar a tecnologia da informação para melhorar a vida daqueles que trabalhavam no campo. Na teoria, a técnica reunia sistemas que deixavam máquinas mais “inteligentes” – como piloto automático, guias visuais e controladores de dosagem.
Mas hoje, por exemplo, já existem tecnologias capazes de controlar os gastos de combustíveis dos caminhões que fazem o transporte dos produtos, calcular quantidades exatas de aplicações no campo, dosar a quantidade de sementes, abrir covas na profundidade exata para a cultura e até avisar quando o trabalhador está parado.
No entanto, muitos desses serviços ainda pecam quando o assunto é interação. Por atuarem de forma independente, pode ficar difícil para o produtor conseguir extrair o melhor das tecnologias. E é com esse mote que a consultoriaAccenture lançou o Precision Agriculture Services, um aplicativo que chega para “revolucionar a agricultura de precisão”.
Para tentar entender o quão realmente inovador pode ser um sistema de precisão em pleno 2015, GLOBO RURAL foi convidada com exclusividade pela Accenture para conversar com os criadores do aplicativo. Segundo Eduardo Barros, diretor da consultoria, houve muita pesquisa durante todo o processo. “Para buscar soluções viáveis, trabalhamos com agrônomos, especialistas e pessoas que entendem e vivem o negócio. Também conversamos com fazendeiros para entender as suas necessidades”, diz.
Segundo a equipe técnica responsável pelo desenvolvimento da plataforma, os agricultores poderão tomar decisões operacionais baseados em dados analisados pelo sistema. “Nós queríamos criar um conteúdo de qualidade com uma linguagem mais fácil, porque o produtor não quer muito enfeite, só quer saber o que precisa fazer com sua fazenda quando acorda”, diz Eduardo.
Para o diretor, o indiano Ankur Mathur, é preciso saber lidar com o produtor rural. “A geração mais antiga não gosta de receber ordens de aplicativos e tecnologias. Então temos que saber fazer essa transição. O ideal – e principal fator que busco no sistema – é mostrar a capacidade de acertos do programa. Se conseguirmos mostrar com simplicidade a qualidade do nosso produto, acho que estaremos no caminho certo”, diz o engenheiro.

Como funciona?

A proposta principal do Accenture Precision Agriculture Service é ser capaz de gerar dados em tempo real para os usuários. Durante a exibição, os representantes mostraram que no aplicativo é possível checar produtividade, ações climáticas, qualidade do solo, eficiência de agrotóxicos apenas olhando a tela do tablet.
Para isso, a empresa afirma trabalhar com uma variedade de fontes. “São sensores ambientais no campo, imagens de satélite, mais sensores localizados em equipamentos, dados de previsão de clima em tempo real e um amplo bancos de dados de solo”, conta Eduardo.
A solução também pode ser conectada ao sistema de gerenciamento central do plantio, permitindo programar automaticamente máquinas e priorizar os trabalhos dos colaboradores. Segundo a equipe, toda essa sinergia entre serviços será capaz de dobrar o lucro da propriedade. “Dependendo da cultura, os ganhos podem ser entre USD$ 55 a USD$ 110 por acre”, afirma Ankhur.

Quando chega?

Os representantes da Accenture ainda estão procurando parcerias. Nessa fase, os consultores têm entrado em contato com fazendas e empresas (confidenciais) para testar o aplicativo em suas produções. Porém, a Accenture afirma que o Precision Agriculture Service ainda deve demorar um pouco, “sem data confirmada”, até chegar às mãos dos interessados.


Fonte: Globo Rural

China aposta em irrigação para elevar a produção de açúcar

País pretende utilizar a irrigação para levar tecnologia ao setor e diminuir dependência externa da commodity.

O segundo maior importador de açúcar do mundo está interessado em aumentar a produção interna da commodity. Preocupada com a demanda doméstica crescente e a baixa tecnologia da atividade canavieira no país, a China vê na irrigação uma possibilidade de conciliar desenvolvimento e produtividade.
Guangxi, região chinesa com expressiva tradição canavieira, possui apenas 6% de seus canaviais com algum manejo de irrigação.
Segundo relatório elaborado pela National Development and Reform Commission (NDRC), a região precisa elevar este número para 36%, o que possibilitaria a produção de até 75 toneladas por hectare.
O atual cenário da setor é desanimador para fornecedores, que preferem realizar a transição para outras culturas a enfrentar as dificuldades produtivas da cana-de-açúcar.
Segundo estimativas, a demanda doméstica chinesa pelo açúcar deve alcançar 18 milhões de toneladas em 2020, com possível deficit produtivo de 3 milhões de toneladas.
Por esta razão a NDRC adotou como meta implantar a irrigação em 39% dos canaviais das regiões de Guangxi e Yunnan, atualmente estas regiões somam apenas 9%.


Fonte: Irrigacao.net

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