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Mais Irrigação destina R$ 1,6 milhão para ação de georreferenciamento em perímetros de Sergipe

Serviço abrange área de 15.500 hectares.

O Mais Irrigação promoverá o cadastramento e a georreferenciação dos perímetros irrigados de Propriá, Contiguiba-Pindoba e Betume, localizados no Estado de Sergipe. Coordenado pelo Ministério da Integração Nacional (MI) por meio da Secretaria Nacional de Irrigação (Senir) e executado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), o programa destinou cerca de R$ 1,6 milhão para o serviço de georreferenciamento.
De acordo com informações da Codevasf, a ação ocorrerá em duas etapas. A elaboração do cadastro físico de reconhecimento deverá ser executada no prazo máximo de 90 dias, e a elaboração de cadastro físico-fundiário, agrícola, jurídico e econômico-social deverá ser concluído dentro de 180 dias.
O serviço vai contribuir para a regularização fundiária dos perímetros do Baixo São Francisco e abrange uma área de aproximadamente 15.500 hectares. "Com o georreferenciamento teremos dados mais precisos sobre áreas produtivas destes projetos, o que permitirá uma melhor gestão destes perímetros irrigados," assinala o secretário nacional de Irrigação do MI Miguel Ivan.

Mais Irrigação em Sergipe

O programa Mais Irrigação destinou R$ 102 milhões para serem investidos nos perímetros do Baixo São Francisco, em Sergipe. O programa já proporcionou a reabilitação dos canais de drenagem de Propriá, Cotinguiba/Pindoba e Betume, e a modernização do sistema de topografia. Atualmente, está em andamento a reabilitação dos canais de aproximação, que devem possibilitar o funcionamento das eletrobombas no máximo de sua capacidade e a pavimentação de corredores de escoamento dos três perímetros.


Fonte: Ministério da Integração Nacional



Agricultura familiar na Paraíba recebeu R$ 164 milhões em 2013

Investimento foi 31% maior que o registro de 2012. Recurso incentivou a produção e reduziu o êxodo rural no estado.

A agricultura familiar recebeu um investimento superior a R$ 164,6 milhões destinados aos trabalhadores do campo por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) apenas em 2013. O valor representa um aumento de 31% a mais em relação a 2012. Com a aplicação de recursos para famílias que vivem da agricultura, o resultado é o incentivo ao aumento da produção, a redução do êxodo rural de agricultores descontentes com a produção e o ganho financeiro e o fortalecimento do fornecimento de parte dessa produção agrícola para programas sociais mantidos pelos governos e o mercado local.
Esses recursos destinados a Paraíba servem de suporte para que agricultores como Edinaldo José do Nascimento consigam incrementar a produção agrícola em condições de competir.
Em 2000, com apenas um hectare de área em Coremas, o agricultor conseguia produzir apenas 200kg de produtos. A realidade começou a mudar quando ele aliou os conhecimentos que tinha sobre a terra às linhas de financiamento do Pronaf, acessadas um ano após a experiência em Coremas. “Na época, eu tinha uma terrinha e chegava a tirar apenas um salário mínimo. Com os empréstimos, comecei a investir na produção”, frisou.
Isso aumenta a renda familiar no campo e gera a atenuação dos impactos do efeito da estiagem"
José Maria Vilar
O primeiro projeto de Edinaldo José foi aprovado junto ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) em 2001 para criar ovelha e produzir capim. Mas, foi o com o projeto de fruticultura irrigada e olericultura (culturas folhosas e hortaliças), na época em que morava em Sousa, Sertão paraibano, que Edinaldo José do Nascimento conquistou o prêmio 'Agricultura Familiar' do Banco do Nordeste, em 2012.
O financiamento serviu para garantir a área irrigada com fruticultura e hortaliças. Na área destinada às frutas, Edinaldo investiu na banana, coco, goiaba e manga. Entre as hortaliças, a produção privilegiou três tipos de pimentões (vermelho, amarelo e verde), tomate cereja e salada, berinjela e as folhosas como alface, salsinha, coentro e rúcula.
O investimento que ultrapassou em 31% o valor de 2012 gera condições para a transformação social em vários municípios na avaliação do superintendente do Banco do Nordeste do Brasil, José Maria Vilar. “Isso aumenta a renda familiar no campo e gera a atenuação dos impactos do efeito da estiagem”, reforçou José Maria Vilar.

Paraíba teve investimentos de R$ 1,5 bilhão

A Paraíba registrou um crescimento de 11,8% em relação a 2013 no volume de contratos, com a concretização de 341 mil operações devido ao investimento de R$ 1,5 bilhão. Apenas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), foram contratados R$ 764 milhões, crescimento de 21,7% sobre o exercício de 2012.
O impacto, segundo José Maria Vilar, é social, econômico e financeiro. “O valor emprestado pelo banco representa cerca de 4,8% do Produto Interno Bruto, que é o somatório de todas as riquezas produzidas pelo Estado da Paraíba no ano de 2012. O total de R$ 1,5 bilhão envolve operações com todas as fontes de recursos e modalidades de crédito”, reforçou.
O financiamento incide na economia por conta da variedade de tipologias de negócios, envolvendo desde fábricas de cimento, indústrias têxteis e de confecções e shopping centers até um pequeno artesão, produtor de leite, fábrica de sorvetes, indústria de laticínios, mercadinho, farmácia, etc. São negócios de todos os tipos e tamanhos, localizados em todas as regiões do estado.”, explicou.
As 341 mil operações resultaram em aplicações no Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) em todos os 223 municípios da Paraíba, mas com investimentos prioritários na região do Semiárido. “O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste tem a finalidade de reduzir desigualdades regionais, através do financiamento às atividades produtivas da região, prioritariamente junto à região do semiárido, sob a administração do Banco do Nordeste do Brasil”, reforçou.


Fonte: G1 - Paraíba

Produtores de inhame antecipam a colheita e aproveitam o preço em MG

No começo da safra, oferta do produto ainda é pequena e o preço melhor. Investimentos em irrigação vem crescendo na região de Barbacena.

Foto da internet

Pequenos agricultores de Barbacena, em Minas Gerais, anteciparam a colheita de inhame. Eles aproveitam o começo da safra para conseguir um preço melhor, já que, por enquanto, a oferta do produto é pequena.
A propriedade Valtuir Gomes fica na zona rural de Barbacena. O agricultor puxa a raiz com a enxada, depois separa os inhames com a mão e nesta safra, o agricultor vai ter muito mais trabalho pela frente.
O custo de produção do inhame é baixo. A área plantada passou de um hectare para um e meio e como ele começou a plantar mais cedo, está colhendo antes que muitos produtores. Valtuir fez isso porque o preço no comecinho da safra é melhor, cerca de R$ 45 a caixa, enquanto no ano passado, quando colheu no mês de junho, o preço era de R$ 35.
Para antecipar a colheita foi preciso se adaptar ao período de estiagem. Mesmo com pouca chuva no período do plantio, sempre tem água por perto em Barbacena. No caso da propriedade de Valtuir, um riacho fica ao lado da plantação e de três anos para cá, ele passou a investir em irrigação, o que fez muita diferença no rendimento.
O aumento foi de 20% na produção e o gasto a mais foi de R$ 100 na conta de energia elétrica.
O inhame vai para a Ceasa de Barbacena. Até agora, o agricultor colheu 300 caixas de 22 quilos e acredita que vai chegar a 800 caixas até julho.
O investimento em irrigação vem crescendo na região. Esta foi a primeira vez que André Morais irrigou a plantação de inhame, conseguiu antecipar a colheita e melhorar a qualidade da raiz. “Ele era miúdo, feio, não tinha qualidade, mas agora estou vendendo a caixa por R$ 50. Estou muito satisfeito”, diz.
Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Barbacena é o município que mais produz inhame em Minas Gerais, com uma área plantada de 110 hectares.


Fonte: G1 - Globo Rural

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