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Renda Bruta dos projetos do DNOCS alcançou R$ 360 milhões em 2013

Segundo diagnóstico elaborado pelo Serviço de Monitoramento de Produção da Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico e Produção do DNOCS, os 37 perímetros públicos implantados pela instituição no semiárido nordestino tiveram uma renda bruta de R$ 359.795.894,00 no ano agrícola de 2013. Desse valor, R$ 333,4 milhões foram representados por produtos vegetais e R$ 26,3 milhões por produtos de origem animal.
De acordo com o diretor de Produção, Laucimar Gomes Loiola, o carro-chefe da produção agrícola irrigada são as frutas que correspondem a 62% do valor da renda bruta com R$ 206,2 milhões, seguido pelo coco verde com R$ 34,1 milhões (10,2%), grãos com R$ 25,9 milhões (7,7%) e milho verde com R$ 18,1 milhões (5,4%).
Na produção animal, o leite corresponde a 58,9% do valor total, com renda de R$ 15,5 milhões, seguido pelos animais para abate com 18,3% ou R$ 4,8 milhões; carne com 6,6% ou R$ 1,75 milhão e animais para reprodução com 6,4% ou R$ 1,68 milhão. É importante ressaltar que esses números correspondem a um ano prejudicado pela estiagem que já vem desde 2012 castigando o semiárido brasileiro.


Fonte: DNOCS

Codevasf entrega plano diretor de perímetros irrigados à prefeitura de Petrolina

O plano diretor dos perímetros irrigados Nilo Coelho (incluindo-se a área Maria Tereza) e Bebedouro, em Petrolina (PE), é um importante instrumento de promoção da requalificação estrutural das agrovilas irrigadas existentes no município. O ato simbólico da entrega do documento, que contém 17 volumes, pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) à prefeitura municipal marcou a conclusão de um trabalho iniciado há dois anos, e agora o plano segue para ser referendado pela Câmara de Vereadores de Petrolina.
“É o momento da reorganização dos núcleos aqui instalados há mais de 30 anos. Hoje inaugura-se um novo tempo na história da irrigação em Petrolina. Serão novas intervenções que agora poderão ser executadas por não mais se tratarem de vilas rurais – elas passam a ter uma ligação direta com a área urbana do município. Demandas antigas e necessárias para essa população serão colocadas em prática com a existência do plano diretor”, disse o presidente da Codevasf, Elmo Vaz, durante a entrega.
O plano diretor foi discutido por dois anos com a participação da Codevasf, da prefeitura, de produtores e de representantes de entidades dos moradores das agrovilas. Na opinião do superintendente regional da Codevasf, João Bosco Lacerda de Alencar, após ser referendado pela Câmara o plano tornará possível a resolução de problemas em perímetros de Petrolina que, até então, eram de difícil solução. “É um momento muito importante para esses perímetros. Esse plano vai permitir atender, por exemplo, uma demanda antiga dessas áreas por habitação popular. Temos aqui uma população considerável de mais de 60 mil habitantes”, observou João Bosco.
O prefeito Julio Lóssio lembrou que inaugura um marco de sua gestão, porque outras administrações passaram e não conseguiram resolver a questão do ordenamento da área irrigada – hoje uma das mais importantes da cidade. “É daqui que sai toda a riqueza de Petrolina. O plano é um instrumento que vai permitir que possamos conversar com o governo federal, governo estadual e assim atuar mais diretamente nessas áreas”, salientou Julio.
A moradora e liderança comunitária do N-11 do perímetro Nilo Coelho, Cleide Ferreira, comentou que, para quem mora nas vilas irrigadas de Petrolina, a conclusão do plano diretor é a certeza de que a infraestrutura, os serviços e novos benefícios chegarão às áreas com a agilidade e necessidade que a população dos núcleos necessita. 
“Nunca soubemos a quem reclamar nossas necessidades. Agora com tudo definido, de quem é a responsabilidade pelas agrovilas, a responsabilidade de cada órgão, poderemos resolver problemas simples como a simples aquisição de equipamentos de lazer para a nossa população”, apontou.
O vereador Elismar Gonçalves, que é líder do governo municipal na Câmara de Vereadores de Petrolina, disse que, no que depender do poder legislativo, as vilas irrigadas de Petrolina ganharão um novo momento a partir da entrega do plano diretor. “É um marco, uma nova vida para o povo das vilas irrigadas, especialmente para a área do Bebedouro, a mais antiga do município. São sete vilas no Bebedouro, e isso vai possibilitar que recursos cheguem ao município e que estes sejam destinados a ações nas áreas irrigadas. Vamos ter essa responsabilidade na Câmara de reorganizar o Bebedouro e o Nilo Coelho também”, afirmou Elismar.


Fonte: Codevasf

Perímetro Tabuleiros de Russas recolhe embalagens de agrotóxicos

Ação será nesta quinta-feira (2), no Distrito de Irrigação, no Ceará

 Os produtores rurais do perímetro irrigado Tabuleiros de Russas, no semiárido cearense, realizam nesta quinta-feira (2/10) o recolhimento itinerante de embalagens de agrotóxicos. A ação acontece das 8h às 12h, no Distrito de Irrigação.
Todo material recolhido será levado para a central de recebimento de Mossoró, no Rio Grande do Norte, gerenciada pela Associação do Comércio Agropecuário do Semiárido (Acasa). Em seguida, as embalagens serão encaminhadas para reciclagem ou incineração pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev).
A Lei Federal nº 9.974/00 determinou normas para o recolhimento desse material entre agricultores, canais de distribuição, indústria e poder público. De acordo com a legislação, o produtor deve fazer a tríplice lavagem e perfurar a embalagem para evitar a reutilização. Esse recipiente pode ficar armazenado na propriedade por até um ano. Antes da lei, as embalagens eram enterradas, queimadas ou jogadas em rios, causando danos ao meio ambiente e à sociedade.
Os distribuidores e revendedores do produto são obrigados a colocar na nota fiscal, o local onde o agricultor deve devolver as embalagens, neste caso, as centrais e os postos. Hoje, existem 400 unidades de recebimento distribuídas em 25 Estados e no Distrito Federal.
O perímetro irrigado Tabuleiro de Russas é gerenciado pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), órgão vinculado ao Ministério da Integração Nacional.
Inpev - O Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev) é uma entidade sem fins lucrativos, criada pela indústria fabricante de agrotóxicos para realizar a gestão pós-consumo de recipientes vazios de seus produtos, de acordo com a Lei Federal nº 9.974/2000 e o Decreto Federal nº 4.074/2002. A legislação atribui a cada elo da cadeia (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) responsabilidades compartilhadas, que possibilitem o funcionamento do Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos).


Fonte: Ministério da Integração Nacional

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